FIPEN - Avaliações Externas

1 - Avaliações Externas

 

2 - AUTOAVALIAÇÃO INSTITUCIONAL

A autoavaliação possui um plano que é revisto anualmente, com o objetivo de se fazer uma autoavaliação para identificar fragilidades, bem como potencialidades da instituição, para que sejam tomadas decisões com vista ao aprimoramento da qualidade do Projeto Pedagógico da FIPEN. Este projeto está integrado ao SINAES – Sistema Nacional de Avaliação da Educação Superior.

Sabe-se que a qualidade em educação é resultante da interação de diferentes dimensões, envolvendo desde a infraestrutura física até os mecanismos de integração da Instituição de Ensino ao contexto social em que se situa e com o qual interage.

2.1 PRINCÍPIOS

Os Princípios da Autoavaliação FIPEN são:

  • Globalidade, pois considera as diferentes ópticas e a diversidade de instrumentos (quantitativo, qualitativo e análise documental),
  • Universalidade, pois aborda as 10 dimensões, além de desenvolver a autoavaliação de forma integrada à comunidade interna e externa, inclusive considerando as avaliações oficiais do MEC/INEP;
  • Ética e transparência, pois toda a comunidade conhece os objetivos e participa de forma construtiva para o desenvolvimento do processo;
  • Melhoria contínua por meio da reflexão e análise.

Dessa forma, o processo de autoavaliação da FIPEN é conduzido e operacionalizado pela CPA, mas elaborado pelos atores da comunidade acadêmica, a saber: corpo docente, corpo discente, corpo técnico-administrativo.

 

2.2 METODOLOGIA

A autoavaliação se utiliza da comparação dos dados e das modificações ocorridas ao longo de cada ano, o que proporcionará um melhor conhecimento da instituição e oferecerá elementos para a formulação de políticas e planos de melhoria que correspondam às necessidades reais e possibilitem garantir a qualidade do ensino FIPEN.

Os instrumentos utilizados são os seguintes:

  1. Análise, com o objetivo de verificar as recomendações e realizar melhorias; dos resultados das autoavaliações dos cursos e das avaliações externas, entre elas: verificação in loco, ENADE, IDD e IGC.
  2. Elaboração, aplicação e análise de instrumentos quantitativos aplicados sobre as 10 (dez) dimensões, para coleta das ópticas dos alunos, docentes e funcionários, com o objetivo de comparar o desempenho anual, verificar as potencialidades e fragilidades e realizar melhorias;
  3. Elaboração, aplicação e análise de instrumentos qualitativos, com o objeto de complementar as informações, onde os gestores de cada dimensão descrevem as potencialidades, fragilidades e realizam propostas de melhoria.
  4. Análise documental e verificação “in loco” da instituição, realizada pelos responsáveis das áreas e com acompanhamento e orientação da CPA (Comissão Própria de Avaliação).
  5. Sistema de acompanhamento e avaliação do Egresso. É realizado o acompanhamento individual do aluno e analisado o seu desempenho. Analisa-se a sua melhoria socioeconômica, a contribuição do curso para a sua formação e o seu papel na sociedade, quando pesquisado após o término do Curso.
  6. Encontro com alunos, docentes e funcionários para discussão e análise das dez dimensões, propondo a autorreflexão e propostas de melhoria contínua. O encontro aborda:
    1. SINAES. objetivos, sistemática, Avaliação de Cursos e Institucional;
    2. Missão e objetivos da FIPEN, Plano de Desenvolvimento Institucional, Projeto Pedagógico Institucional e Projeto Pedagógico de Cursos;
    3. Resultados do processo de autoavaliação.
    4. Uma discussão em grupo sobre as dez dimensões, destacando as potencialidades, fragilidades e as propostas de melhoria.

 

2.3 ETAPAS

As etapas da avaliação para cada ciclo são:

  1. Preparação, que consiste em:
    1. Composição da CPA (Comissão Própria de Avaliação). Realizada no início do processo, e os membros são revistos em todos os ciclos;
    2. Atividades para sensibilização da Comunidade Acadêmica sobre todo o processo, para tal são realizadas reuniões abertas com os alunos, docentes e técnico-administrativos,
    3. Elaboração do projeto de autoavaliação, em que participam os membros da CPA e há discussão ao início de cada ciclo.
  2. Desenvolvimento, com as ações:
    1. Elaboração dos instrumentos avaliativos;
    2. Coleta de documentos relativos a todas as dimensões, realizado por meio de solicitação dos documentos para as áreas responsáveis e aplicação dos instrumentos quantitativos e qualitativos;
  3. Consolidação, por meio:
    1. Da tabulação dos instrumentos avaliativos e análise dos documentos e resultados;
    2. Da elaboração de relatórios, sintetizando as potencialidades, fragilidades e recomendações para cada dimensão;
    3. Da difusão para a comunidade, por meio de e-mail, sítio, “banner” e apresentação em auditório.
  4. Reavaliação do plano para o próximo ciclo, conforme a proposta de melhoria contínua.

 

Prosseguindo na concretização das etapas do Plano, ao final, é realizado um relatório descritivo contendo:

  1. as ações planejadas no pré-projeto de autoavaliação e nesta proposta;
  2. as ações realizadas;
  3. os resultados alcançados em cada uma das dez dimensões definidas na Lei 10.861, que estão configuradas em cada uma das proposições que formam os três modelos de avaliação apresentados, destacando as fragilidades e as potencialidades;
  4. as ações de superação das fragilidades e de aproveitamento das potencialidades e
  5. a descrição de como os resultados obtidos são/estão incorporados no planejamento da gestão acadêmico-administrativa da FIPEN.